sexta-feira, 5 de setembro de 2014

SER VELHO...

I want to do this.  Grandma.. Grandpa... Berrett And baby!!! 
Desde o dia que nascemos, envelhecemos progressivamente. Jamais mantenhamos a ideia da velhice porque, quer queremos ou não , a ela chegaremos naturalmente. Não são os anos que envelhecem, mais sim a ideia de ficarmos velho.
Há pessoas que são jovens aos oitenta anos e outros que são velhos aos quarenta. A juventude ou velhice não fazem parte de um período de nossa vida, e sim de um estado de espírito.
Não é por termos vivido um certo numero de anos que envelhecemos. Envelhecemos quando perdemos o ideal, a alegria de viver e de amar.
A decisão de não sermos um velhos infeliz ajuda, e muito, a termos uma velhice saudável. A primeira ideia é não "desliga-se" do mundo e da vida, não a dando por encerrada.
É preciso continuar aprendendo, acreditando, amando, sonhando e, portanto, vivendo. Procuremos um tipo de objetivo ou meta que dê sentido à nossa vida. Pode ser um trabalho ou um hobby, ver crescer os netos, um livro que se pretenda escrever, quadros que se deseja pintar, algo enfim que confira interesse à nossa vida.
Manter, sobretudo aceso, a busca e o desejo do prazer que a vida nos proporciona, para que nunca percamos o prazer de viver.
A velhice nunca pode, por medo, entristecer o homem que crê, que tem fé na imortalidade de seu espírito e na sua sucessão de vida.
Ao invés do medo da velhice, usufruamos das vantagens que ela nos traz: a tranquilidade da missão cumprida, o alívio das responsabilidades de criar e educar, a prazerosa sensação de ter testemunhado a vida acontecer e a sabedoria adquirida com os anos vividos.
O velho de hoje será o jovem de amanhã, pois a verdade é que: " Nascemos, vivemos, morremos, renascemos ainda, progredimos sempre, sem cessar".
Beijim...

*** Jô Monteiro****